06
Por Natália Senóbio
Já imaginou atender o telefone e escutar: Hello, I’m Madonna? Pois, foi isso que aconteceu com duo brasileiro Felguk, formado por Felipe Lozinsky e Gustavo Rozenthal. A dupla recebeu uma ligação da diva pop convidando-os para remixar a música Celebration, em 2009. “Ela explicou o que queria da nossa versão e começou a falar sobre quais músicas ela gostava da gente. Até cantou o pedacinho de um remix”, comenta Gustavo no programa Combo Fala + Joga, da Play TV.
Durante o telefonema, Madonna disse que não gostou da primeira versão feita pelo duo. “Ela sugeriu que colocassemos menos a voz dela e mais do nosso som, para dar mais a nossa marca e não a dela”, explica Gustavo. Após a ligação a dupla teve apenas três dias para entregar o novo remix.
Trabalho encerrado, vieram os frutos. A dupla foi convidada para fazer os remixes oficiais das músicas Club Can’t Handle Me, do Flo Rida e David Guetta, e The Time (Dirty Bit), do Black Eyed Peas. Na internet, o Felguk teve mais de 18 milhões de acessos em seu MySpace e segundo o portal a página foi a décima mais visitada pelos brasileiros em 2010.
O duo também faz suas próprias produções. No ano passado, eles emplacaram o hit 2nite, que foi escolhida para ser tema do maior festival de música eletrônica dos EUA, o Electric Daisy Carnival. “Nosso som é para pista, para dançar. Forçamos a batida, colocamos um suspense e depois explode”, explica Gustavo.
O festival é apenas uma das apresentações feitas pelo Felguk em mais de dez turnês internacionais. A dupla já passou pelo México, Europa, Canadá e EUA. “O público que mais gostamos é o da Califórnia. Eles são os mais animados”, diz o duo. No Brasil, o pessoal de Juiz de Fora, em Minas Gerais, é lembrado com carinho. “Foi onde a gente começou a ter público. Eles são muito fiéis e os primeiros a curtirem o nosso som”, lembra Gustavo.
Quer saber um pouco mais sobre esse duo que tem nome internacional, remixa música gringa, mas é brasileiro? Acompanhe o Combo Fala + Joga dessa quinta-feira, às 22h, no canal 86 da Sky e 30 (analógico) ou 430 (digital) da Oi TV. Além disso, a entrevista pode ser vista por streaming no site www.playtv.com.br.
Combo Fala + Joga com Felguk
Dia e horário: 07/04 às 22h
Reprise: 08/04 às 6h30, 12h e 17h.
13
Por Natália Senóbio
Em 2009, Wanessa deixou o sobrenome Camargo para trás. Mas, as mudanças não param por ai. Conhecida por suas músicas românticas e seu ar angelical, hoje ela canta em inglês, é a nova diva GLBT no Brasil e conquista fãs até na Espanha com a música Worth It. A cantora mostra um pouco dessa nova Wanessa no programa Combo Fala + Joga, da Play TV.
Em um papo descontraído com a apresentadora Bianca Jhordão, Wanessa diz que seu novo álbum tem previsão de ser lançado em abril. “Mostraremos mais 8 músicas inéditas. Serão todas em inglês, porque ficam melhor nesse idioma”, diz a cantora, que além de Worth It já lançou os hits Party Line, Stuck on Repeat e Falling For You.
O novo álbum tem uma pegada mais house, eletrônica e dançante, além de algumas baladas. “Estamos trabalhando muito nesse CD. Não gosto de fazer as músicas na correria, para ficar bem bacana e com a minha cara”, comenta a cantora.
Enquanto o CD não chega às lojas, o público pode se deliciar com o clipe da música Worth It. Wanessa, alá Beyonce, mostra um visual sexy e poderoso, usando modelitos nas cores vermelho e preto. “Brincamos com uma coisa bem diferente. Colocamos cores esfumaçadas relacionadas ao ego e que tiram um pouco da essência humana, mostrando um lado mais materialista”, explica.
Worth It já ocupa o sexto lugar nas paradas brasileiras, superando singles de musas internacionais, como Katy Perry e Miley Cyrus. A música também está nos primeiros lugares das rádios espanholas. “Aqui no Brasil Worth It está indo super bem, mas não sei como chegou na Espanha. Foi uma surpresa saber que minha música estava tocando por lá”, comemora.
Quer saber um pouco mais sobre o bate-papo com a Wanessa? Assita ao Combo Fala + Joga dessa segunda-feira, às 22h, no canal 86 da Sky e 30 (analógico) ou 430 (digital) da Oi TV. Além disso, a entrevista pode ser vista por streaming no site www.playtv.com.br.
Combo Fala + Joga com Wanessa
Dia e horário: 14/03 às 22h
Reprise: 15/03 às 6h 30, 12h e 17h e 19/03 às 22h.
21
Texto: Tamara Serantes
Foto: Nathália Haeffner
A noite pareceu se dividir em dois momentos: antes e depois de LCD. O festival (No)Mondays!, que aconteceu na Warehouse, anexo da Pachá na Vila Leopoldina, prometia uma série de apresentações de bandas moderninhas. Estavam no timeline: Trotter (Brasil), Inky (Brasil), The Twelves (Brasil), LCD Soundsystem (EUA) e Turbogeist (UK), que na realidade ninguém nunca havia ouvido falar até descobrirem que o filho de Mick Jagger (vocalista do Rolling Stones), Jimmy Jagger, era membro da tal banda.
Eu e a fotógrafa chegamos às 22h em ponto, o festival já havia começado. A pista consistia em meia dúzia de gatos pingados e poucas pessoas na área do camarote. Uma das grandes vantagens de realizar shows em lugares menores, como uma balada, por exemplo, é que não existe essa coisa de pista VIP. Os verdadeiros fãs que se esforçaram, aguentaram cotoveladas, calor intenso, tudo que fosse preciso para ficar bem pertinho de seu ídolo tiveram uma visão bem próxima do palco. Mas, quem era VIP alí também não podia reclamar: o camarote ficava de frente para as bandas em uma altura maior do que a pista com direito a open bar e uma área de recuo para quem quisesse mais espaço para dançar.
LCD Soundsystem
Estava marcada para meia noite a entrada da principal atração do festival, os norte-americanos do LCD Soundsystem. E foi impressionante como em menos de meia-hora antes de começar o show o local se encontrava intransitável. No meio da muvuca tinha de tudo: fãs fanáticos, bicões, baladeiros, mas todos ali tinham vindo para verem e serem visto em uma última apresentação da banda.
Com uma década de carreira e três álbuns lançados, o LCD foi um marco nas pistas de dança do mundo todo. Foram eles que mostraram, juntamente com bandas como Daft Punk, que era possível reunir em um mesmo som as letras profundas e marcantes do rock com ritmo punk, eletrônico e dançante.
O vocalista da banda, James Murphy, disse durante o show que a história da banda com a América do Sul é muito marcante. Só aqui no Brasil eles já vieram três vezes, sendo essa a quarta, e escolheram o país para sediar sua última turnê internacional. Começaram a maratona de shows na quinta-feira (17) no Rio de Janeiro, depois vieram ontem se apresentar em São Paulo e domingo (20) em Porto Alegre.
Depois de quase 1h de atraso, a banda subiu ao palco 1h30 da manhã de sábado (19). Murphy arrepiou a todos com a primeira música da noite “Dance Yrself Clean”, que inspirou um público enlouquecido a pular durante mais 1h30. Depois rolaram os sucessos “Drunk Girls”, um dos hits mais conhecidos, mesmo para que nunca havia visto a banda sempre tinha algém que soltava o comentário: “eu já ouvi essa música em alguma balada!”. E assim seguiu o show com outros sucessos como “Get Innocuous!” e “Daft Punk Is Playing at My House”, que esquentaram mais ainda o clima da pista deixando todo mundo (sem exceção) suando em bicas, inclusive o baixista Tyler Pope tirou sua camisa já nos primeiro minutos do show. Outras músicas que marcaram momentos foram “I Can Change”, “You Wanted a Hit” e “Someone Great”. E perto de acabar a apresentação a banda tocou o hino “All My Friends”, que levou todos os fãs ao auge da noite.
A apresentação acabou às 3h da manhã e depois se estendeu para a pista dos DJ´s, que contaram com discotecagem de: Lucio Ribeiro, Mau-Mau, Pil Marques e para finalizar com chave de ouro a presença do LCD, Murphy e seu baterista Pat Mahoney também entraram no comando das picapes.
Os três discos da carreira da banda são: LCD Soundsystem (2005), Sound of Silver (2007) e This Is Happening (2010) – que foram copilados de maneira equilibrada na apresentação desse show, tendendo um pouco mais para os sucessos do último trabalho mas sem deixar “ninguém de fora”
A últma apresentação de James Murphy e seus companheiros, acontecerá em Nova York no Madison Square Garden, no dia 2 de abril.
Turbogeist
Quem diria que um dos maiores astros do rock teria um filho que não gostasse de rock, mas sim de música punk e letras pesadas? Pois é, quem esperava por uma cópia de Mick Jagger deve ter se assustado ao ver seu filho Jimmy vestido com uma camiseta do Sex Pistols toda rasgada (presa apenas por alfinetes) e bermuda de skate.
O Turbogeist subiu ao palco 11h30 em ponto e começaram a tocar timidamente as primeiras músicas. Apesar de ninguém conhecer o som da banda, pouco mais de 50 pessoas já se encontravam no local observando o que parecia ser o patinho feio do (No) Monday´s!
A banda composta por Jimmy Jagger, Luis Felber, Josh Ludlow, James Dunson e um guitarrista inesperado (que parecia o Joe Ramone), abriram o show com a música “Whore”, que no mínimo chamou a atenção de quem passava por ali por conta do refrão, que repete o nome da música. Depois seguiram com as músicas “Ice Cold Beer”, momento no qual Jimmy aproveitou para tomar sua cerveja e quase caiu no palco, o single “Alien Girl” e “Monster Pussy” também fizeram parte do repertório, que foi finalizado com a música “Rats”, com guitarras pesadas e um vocal berrado.
Pelo nome das músicas já deu pra sacar que os caras seguem influências de filmes trashes, com alienígenas que chegam do espaço, mas ao mesmo tempo se apegam a liberdade da fala da música punk e “xingam” todo mundo. As bandas que mais influenciaram o Turbogeist foram The Replacements, Pantera e Prince, uma mistura da música alternativa dos anos 80 com o rock dos anos 70.
O show durou aproximadamente uns 40 mintos e durante esses minutos o público que estava ali assistindo parecia não entender nada. Acabava de tocar a música e ninguém aplaudia. Apesar dos grandes esforços dos membros da banda de animarem a platéia, dizendo em português: “Vamô fazer barulho”, “ Obrigado”, “ Tudo bem” , nada parecia funcionar. O guitarrista Luis, que com esse nome só poderia ser latino ou brasileiro, arriscou um castelhano muito simpático e disse que era peruano. Nem assim o público respondia as brincadeiras do músico.
Ao final do que parecia ser quase que um show particular para poucas pessoas (ainda por cima desanimadas), quando a banda se preparava para sair do palco um homem que estava ali no meio do público começou a vaiá-los! Foi no mínimo constrangedor a falta de educação que esta pessoa teve. Apesar disso, Luis teve a boa vontade de descer do palco e ir lá falar com o cara! Sorte dele, por que se fosse um dos tios de Jimmy Jegger, o eterno rocker Kate Richards já teria descido lá para encher o cara de porrada!
Mal compreendidos ou não, por um público talvez totalmente oposto ao que eles costumam se apresentar, os garotos do Turbogeist mostraram muita firmeza e energia em cima do palco, um timing perfeito para uma banda com apenas dois anos de formação (desde 2009) e que tocou somente em pub´s e pequenos shows na Inglaterra e nos Estados Unidos. Vale a pena conferir.
Para conferir a galeria de fotos dos shows acesse o site da Playtv
04
Vampire Weekend no Brasil, obrigada Deus!
Por Lia Patricia Rojas
Nunca vi uma banda ficar tão famosa em um mês. Vampire Weekend foi anunciada no Brasil e ninguém sabia quem era “essa banda aí”. Teve até quem disse “ah, mas eu não gosto dessas manias de Crespúsculo e vampiros emos”.
Aí alguém mandou uma frase com várias palavrinhas mágicas: “É uma banda indie novaiorquina e ta super hype em Londres”. Indie, novaiorquina, hype e Londres, dava pra ser mais cool que isso? Os alternativos de plantão correram para o rapidshare e baixaram toda a discografia da banda, que se resume a dois álbuns. Aposto meu boneco do Roko-Loko que geral googou lyrics e ficou ouvindo as músicas e decorando as letras. Mas tudo bem. Das coisas boas não se precisa perguntar porque as pessoas gostam, já ficamos felizes que elas gostem.
O quarteto arrasou. Eles se autodenominam uma banda de “Upper West Side Soweto”. Upper West Side, onde se mora bem Nova York. Soweto, um distrito de Joanesburgo, África do Sul, no qual aglomeraram um monte de bairros negros na absurda época do aparthaid. Rock com batidas hakuna matata e orquestra clássica como poderia dar errado?
Em 2008, eles foram criticados por estudarem na Columbia University, serem brancos, serem vizinhos da Serena do Gossipy Girl e roubarem as batidas africanas do terceiro mundo. Foram chamados de “a banda mais branca”. Episódio a parte, né? Ta aí porque eles preferem Londres.
Voltando ao show, o Ezra canta muito, tem um agudo incrível e faz uuuuuu como ninguém. Muito carismáticos eles transformaram a apresentação praticamente numa balada. Todo mundo pulando, dançando, porque realmente…pensa, quando alguém canta hakuna matata, qualquer um já dá uma dançadinha vai. Imagina um show com essa percussão africana e rock´n roll.
Particularmente, minhas músicas preferidas do primeiro álbum são Campus e M79 (que tem muita, muita orquestra). Do segundo, Cousins arrasa e Horchata me dá vontade de ser feliz. O bom foi que ninguém deve ter saído sem ouvir sua preferida, já que eles tocaram praticamente o repertório todo dos dois álbuns: Vampire Weekend e Contra.
Mas confesso que a princípio achei que não ia dar nada, tava tão cheio quanto show de banda de uma música no Hangar 110.
O show estava marcado para 22:30 hs. Eram 22:20 e os espaços vazios eram muitos. Achei que não ia encher e achei bom. Show cheio a gente acaba vendo pelo telão. Uma classe que estava em peso lá era a de jornalistas do meio cultural. Uma vez eu ouvi dizer que jornalista só anda com jornalista. Lá essa frase parecia realmente uma máxima. Não sei porque, a imprensa toda estava lá no fundo do lado direito (diga-se de passagem perto do bar). Um jornalista até tuitou “se eu fizesse uma festa de aniversário, não encontraria tanta gente conhecida como no Vampire Weekend”. Muitos ex-PlayTVs também deram suas carinhas bonitas por lá. Lógico que toda imprensa tava lá, não tem ninguém com mais síndrome de antenado do que esse tal pessoal de comunicação.
Anyway, o tempo foi passando, o show foi atrasando, pisquei e de repente haviam 4 mil pessoas lá dentro. Como não existem 4 mil jornalistas com salário suficiente para ir a um show internacional no Brasil, pensei “olha que bacana vai encher e os caras vão querer voltar”. A verdade é que quando você gosta mesmo de um artista que você achou que nunca fosse fazer show no seu país e ele vem, dá uma angustia. Porque você vai poder ver esse show que dura uma hora e pouco e depois…bom e depois? Fica aquele gostinho de quero mais que você não vai ter, porque eles não vão tocar no mês que vem em alguma casa da Augusta.
Sexta-feira, já se passaram três dias e é isso, ainda não superei. A apresentação foi incrível. E mais incrível ainda foi assistir às três primeiras músicas no pé da banda, no fosso dos fotógrafos. Como eu entrei? Sou fotógrafa desde criancinha. Se eu tinha alguma experiência de tirar fotos de shows internacionais com a variação de luz no palco? Nenhuma. Se eu já li todo manual da minha câmera 5D para poder usar todos os superpoderes dela? Não. Eu só tinha usado ela para filmar até então. Mas as fotos estão aí e não estão horríveis vai. Óbvio que eu tive ajuda. A minha cara de mais pânico do que indie em micareta não deu opção ao Roberto, o fotógrafo da Rolling Stone que eu tinha acabado de conhecer. Compaixão de colega é uma benção.
Na hora de entrar no fosso, foi meio tenso. Novata, única mulher, com cara de nunca-fiz-isso-na-vida. Pode parecer paranóia minha, mas achei que rolaram uns olhares meio tortos para mim dos profissionais veteranos com uns balõezinhos do lado escrito “quem é essa criatura?”. Menos do Roberto, claro, que me deu todo apoio moral nesse difícil momento da minha promissora carreira.
Enfim, foi muito bacana tirar fotos de tão perto, principalmente quando os integrantes da banda percebiam que o foco da sua câmera estava neles e posavam discretamente. É muito providencial essa ajudinha aí. E eu também tive uma dica bem batuta algumas horas antes. O fotógrafo Marcos Hermes (que faz todos os show internacionais no Brasil desde os anos 90 e foi o fotógrafo oficial do show do Paul no Brasil, só falo isso) veio gravar o Combo e disse que uma hora boa pra tirar foto do artista é quando ele entra no palco e cumprimenta a platéia. Ok, eu sei que a minha foto disso não está muito master blaster, mas prometo ler o manual da câmera e treinar muito para os próximos shows. Até lá, tem fotos melhores no flirck do Roberto. http://www.flickr.com/photos/larroude/
Depois que eu sai do fosso e me juntei ao resto da humanidade, fui lá pro fundo, pro canto direito com uma amiga jornalista da RS, a Stella Rodrigues (clique aqui para matéria da Stellinha) e o Roberto. Afinal, quem sou eu pra contrariar um máxima.
03
Por Lia Patricia Rojas
Amanhã, dia 5 de novembro, o Sugar Kane embarca para uma tour de praticamente um mês na Europa.
Eles armaram os shows no esquema que rola por lá, ou seja tocando quase todo dia, coisa que é muito complicada de se fazer no circuito nacional.
Amsterdam é a primeira parada já no dia 06/11. Depois a partir do dia 10/11, eles invadem a Alemanhã fazendo 9 shows em 9 dias em diversas cidades. Fizeram a média?
Dia 21/11, voltam a Amsterdam para mais uma apresentação. Dias 23 e 24/11, novamente Alemanha e, dia 25/11, uma passada por Pardubice, na República Tcheca. E ainda não acabou! Pra fechar a turnê, terão mais dois shows na Alemanha nos dias 26 e 27/11.
Não é fácil marcar tanto show lá fora. Mas os caras fizeram contato, trouxeram uma banda alemã pro Brasil, colocaram os caras pra tocar em tudo que é lugar que conseguiram e agora o pessoal resolveu retribuir.
Essa possibilidade de tocar de segunda a segunda, na Europa e nos Estados Unidos, facilita muito a vida das bandas independentes . Afinal, hoje em dia é de shows que elas conseguem sobreviver. Além disso, quando mais uma banda se apresenta, mais afiada no palco ela fica.
E essa performance do Sugar Kane pós-Europa vai poder ser conferida no Brasil, logo que eles voltarem da tour. Dia 03/12, rola uma apresentação em São Paulo, e no dia 05/12, já tem show em Curitiba. Vontade de tocar é o que não está faltando!
15
Projeto paralelo do baterista do Fresno, Bell Ruschel com Vini D´Ávilla, Luiz Parpulov e Hugo Nute.
Por Lia Patricia Rojas
A banda nem fez um show e nem liberou as músicas no myspace, mas já tem fã clube, comunidade no orkut e vem causando no twiiter (@bandavinda).
O projeto do músico e compositor Vini D´Ávilla faz seu primeiro show amanhã, sábado 16/10, no barZé Presidente, Rua Cardeal do Arco Verde, nº1545, Pinheiros – São Paulo.
Na guitarra, Hugo Nute, na bateria, Bell Ruschel (Fresno) e no baixo, Luiz Parpulov completam a banda.
Na mesma noite, também rola a apresentação da banda Rebobina (@rebobina).
08
Por Juliana Romano
Fotos: Equipe Play TV
O festival SWU acontece dias 09, 10 e 11 de outubro, na fazenda Maeda, em Itu. O terreno fica à 70 km de São Paulo e tem área de 200 metros quadrados.
Nossa repórter especial sobrevoou o espaço, que vai receber milhares de pessoas ao longo dos 3 dias de evento. O resultado você confere abaixo:
Tá preparado?
Leva um casaquinho, porque a previsão é de frio e tempo nublado!
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05
Por Lia Patricia Rojas
Fotos Arthur Maringoni
Anahí e Reene na gravação da versão brasileira da música “Alérgico”.
Ontem, aconteceu a gravação do clipe da música “Alérgico” da cantora pop mexicana ex-RBD Anahí junto com o vocalista da banda Hevo84, Reene Fernandes.
A gravação da música e o clipe pegaram o pessoal no susto. Reene fez a versão em português da noite para o dia e Anahí decorou a letra na hora da gravação.
Com Reene ao piano e a clássica cena da cantora ao lado, o clipe vai ganhar uma atmosfera romântica aperfeiçoada pelo jogo de luzes que valorizaram muito o quadro.
A direção artística do clipe ficou a cargo de Rafael Kent – que dirigiu o clipes como o do Beeshop e da banda Vivendo do Ócio – e na direção de fotografia , Max.
A PlayTV esteve lá para cobrir o making of desse clipe.
Em breve, no Pop Up, vocês vão poder curtir essa matéria.
24
Por Lia Patricia Rojas
No show de ontem no Na Mata, com um público com uma média de idade maior que o público do show no Hangar 110, Tavares apresentou uma nova música do seu projeto paralelo à Fresno, o Esteban. A música é “Eu sei você esqueceu”. A casa encheu.
Como de costume e com muita competência, os músicos da banda @Acullia acompanharam Tavares.
Quem abriu a noite foi o Perí (ex-Nove Mil Anjos).
03
por Mayara de Oliveira
O feriado de 7 de Setembro, dia da Independência do Brasil, não passará em branco aqui na PlayTV. Luciano Amaral encarou mais uma transformação, dessa vez a inspiração foi o imperador Dom Pedro I.
Luciano se diverte durante a caracterização.
Curiosidade: o nome completo de Dom Pedro I é Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon
Luciano observa seu cavalo, que ganhou destaque durante a gravação do programa.
Confira o vídeo dos bastidores de gravação desse programa.
O programa vai ao ar na próxima terça-feira, 07/09, às 20h45. Reprises na quarta-feira, 08/09, às 01h15 / 10h15 / 16h45.
02

Vai ao ar hoje, às 20h 25, o Pop Up gravado na festa de lançamento do selo Vigilante, no Studio SP. A matéria traz entrevista com as bandas Vivendo do Ócio, Volantes, The Name, Colombia Coffee, Mim e o produtor Rafael Ramos.
“A proposta do selo é lançar bandas novas com dignidade, não importa o seu estilo, e baseando o trabalho em todas as milhares de formas que existem de você disponibilizar uma música. Seja através de um vinil, de um CD, digitalmente e até valendo como download se você comprar uma camisa no merchandising”, explica Rafael.
Modéstia a parte, a matéria está muito boa!
Confira os dias e horários que rola a reprise:
02/09 – 23h 25
03/09 – 06h55 e 11h 55
04/09 – 12h 55
05/09 – 12h 55 e 18h 25
PlayTV é o canal 86 da SKY e 30 (analógico) ou 430 (digital) da Oi TV. Além disso, pode ser vista gratuitamente, por streaming, no site www.playtv.com.br.
18
Por Adriana Farias
Fotos: Fernando Pinheiro
Na sexta-feira passada, 13, a cantora mexicana Dulce María esteve no hotel Hilton, em São Paulo, para a coletiva de imprensa sobre o seu novo disco, “Extranjera”. A ex-RBD não só encontrou dezenas de jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos querendo sua atenção, mas também uma fila interminável de fãs que aguardavam a cantora ao som de “Inevitable”, seu novo single.
Penélope Teixeira deixou suas aulas de moda no Senac e voou para a porta do Hilton tentar tirar uma lasquinha da cantora. “Sou muito fã da Dulce. Até tatuei o poema das estrelas que ela escreveu!”, disse a fã emocionada.
A estudante Daiane de Souza Lima, de 21 anos, e sua amiga Kage Soares, 20, fizeram uma viagem mais longa para conhecer a cantora teen. As garotas vieram especialmente do Rio de Janeiro e trouxeram um ursão de pelúcia para presentear Dulce María.
Além das histórias de fãs que vieram do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e outros até de Recife, o mais intrigante era a fila que se formou em frente ao hotel. “A gente organizou a fila pedindo para a galera não fazer bagunça”, explica Penélope. Os fãs contaram que o intuito era mostrar à Dulce María que eles estavam super comportados e, assim, a cantora poderia descer tranquilamente para dar autógrafos.
>>>>>> “A última passagem do RBD por aqui foi uma confusão total. A galera avançou de um jeito que o pessoal da banda saiu arranhado e com a roupa rasgada”, relembra uma fã que virou “animadora de fila” para a nossa equipe captar as imagens.
Dulce María deu uma entrevista exclusiva para a nossa equipe. Vai ao ar terça (24/08) às 20h 25. Confira as fotos…
06

Por Lia Patrícia Rojas
Fotos: Luringa
O músico Tavares nem lançou um álbum ainda e só tem 5 músicas no myspace, mas 800 pessoas lotaram o Hangar 110, reduto da música independente em São Paulo, para ver o show do seu projeto paralelo ao Fresno, o Esteban. O show aconteceu na última sexta-feira, dia 22 de julho.
Durante 1h30, o público cantou do começo ao fim o setlist. Impressionante como todas aquelas pessoas conheciam por inteiro o repertório do Esteban, mesmo ele não estando totalmente disponível para ouvir na internet.
Durante um show, existem alguns momentos embalados por determinadas músicas que são os pontos mais altos de euforia e comoção do público. Não foi esse o caso. Tudo parecia o grande momento aguardado da noite, tal a empolgação dos fãs com as letras na ponta da língua.
Lá pela sétima ou oitava canção, Tavares pegou o violão e tocou três músicas que não fazem parte do Esteban, composições feitas quando ainda morava em Porto Alegre, antes da Fresno, e tocava com a sua antiga banda, Abril. Ninguém estranhou, ao contrário, continuaram acompanhando com todo fôlego. Destaque para música “Aline”.Outra música out-Esteban que complementou o show foi “Sua Canção”, composta por Tavares, mas que foi gravada pelo Glória.
De covers, como um bom roqueiro gaúcho tocou “Piano Bar” do Engenheiros do Hawaii. Mesmo o Engenheiros não sendo uma banda muito cultuada ou bem compreendida em terra de paulistano, a música foi recebida tão bem quando o resto do setlist. Provavelmente, pela média de idade, boa parte do público passou a conhecer essa música do Engenheiros de 91 nos shows do Esteban.
O outro cover da noite foi um tanto surpreendente, principalmente para quem só conhecia Tavares pela Fresno e nunca havia assistido ao show do Esteban. Quem iria imaginá-lo tocando Adriana Calcanhoto? Pois é, rolou “Vambora”.
Nessa noite, não houve de Los Hermanos , mas “Além do que se vê” costuma estar no repertório. Tavares é fã de Camelo. Inclusive, quem ouviu as letras do Esteban com atenção, em especial “Pianinho” (uma das mais bonitas), “Muda” e “Sophia” percebe uma boa influência de Los Hermanos, principalmente nas letras bem construídas e jogos de palavras.

“Sophia” era a grande espera da noite e pelo óbvio foi a última a ser tocada. Ainda que a música seja triste, a pegada do som é para cima. Ele a introduziu de um jeito bem simples:: “Essa música é a história de uma menina, dez anos mais nova que eu, e que me botou na merda”.
Tavares sempre ressalta que todas as músicas são histórias tristes autobiográficas. É engraçado perceber como isso parece atrair mais o público. Lógico que muitos fãs do Esteban vem da legião de fãs da Fresno, no entanto, era visível que havia um público mais velho, acima dos 25 anos também.
O show é lento e com um clima muito intenso. O piano comanda o palco. “Vi que no Keane não tinha guitarra no palco, só piano. E podia ser tão genial quanto”, disse Tavares, que por sinal é muito fã do Keane. Há guitarra no Esteban, mas ela não está em primeiro plano.
O Esteban nasceu despretencioso. Quando fez Sophia, Tavares disse que queria chamar a atenção de uma menina. Segundo ele mesmo, a música impressionou a tal menina, já ele não conseguiu o mesmo efeito. No entanto, 15 shows depois chamou tanta atenção que só com 5 músicas no myspace já tem um número de fãs suficientes para lotar as apresentações do Esteban.
Apesar de todo esse burburinho em torno de Sophia, a primeira música a ganhar um clipe será “Muda”. Foi a composição na qual ele diz ter gasto “mais neurônio para fazer”. O refrão foi feito em 2005 e só virou uma música completa em 2009. O clipe vai ser um curta-metragem, mas as gravações ainda não começaram.
Outra novidade é que, a exemplo de Fito Páez, músico do rock argentino que também é diretor de cinema e influencia bastante o Esteban, Tavares está se aventurando no mundo do cinema como ator e diretor. Conheceu o pessoal da área no Rio de Janeiro e pensa em atuar e dirigir um curta.
Quanto ao álbum, o Esteban já está em gravação, inclusive assim como está no Myspace, Tavares pretende gravar quase todos os instrumentos ele mesmo. Já no palco, os músicos da banda de rock Acullia, acompanham Tavares. Rodrigo Thurler detona na bateria, enquanto guitarra e baixo ficam a cargo de Léo Haru e Gustavo Baralho, respectivamente.
Mas pelo álbum pronto, os fãs vão ter que esperar um pouco mais. A agenda dos projetos paralelos, tanto do Tavares quanto do Lucas, depende da agenda da Fresno. Disco nas lojas e show de lançamento ficarão de presente de Natal.
Para ouvir:
www.myspace.com/estebantavares
www.myspace.com/acullia
www.myspace.com/mundopaez
03

Hoje é a Fresno quem dá as caras no Combo Fala + Joga. Com o lançamento do novo disco, “Revanche”, a banda entra de vez no rock mais pesado, que traz até influências do grupo de heavy-rock alemão Rammstein. 2010 é o ano em que a Fresno se desvincula do título de emo e aposta na veia roqueira.
Para quem quiser relembrar do making of que a gente fez do novo videoclipe da Fresno, “Deixa o Tempo”, é só clicar aqui.
Combo Fala + Joga com Fresno
Dia e horário: 03/08 às 22h
Reprise: 04/08 às 6h 30, 12h e 17h e 08/08 às 22h.
PlayTV é o canal 86 da SKY e 30 (analógico) ou 430 (digital) da Oi TV. Além disso, pode ser vista gratuitamente, por streaming, no site www.playtv.com.br.
02
Por Adriana Farias
[Twitter]
Só relembrando… hoje, às 22h, vai ao ar o Combo Fala + Joga com o André Matos. O vocalista está lançando o 2º disco da carreira solo, “Mentalize”. Aliás, aproveitei a brecha na gravação e tirei umas fotinhos com ele e com os meninos da banda.
Olha aí a Bruninha, ex-estagiária da casa, e eu com Hugo Mariutti (guitarrista), Eloy (baterista), André Matos (vocalista) e Fábio (tecladista).
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Por Adriana Farias
[Twitter]
Depois de passar pelo Viper e fundar o Angra e o Shaman, o vocalista André Matos segue sua promissora carreira solo com o lançamento do disco “Mentalize” ao lado de André Hernandes (guitarrista), Fabio Ribeiro (tecladista), Eloy Casagrande (baterista) e dos irmãos Hugo (guitarrista) e Luiz Mariutti (baixista).
A repercussão do disco, que sai no Brasil na segunda quinzena de setembro, já chegou aos ouvidos de Bruce Dickinson. O vocalista do Iron Maiden tocou uma das faixas de “Mentalize” durante o programa de rádio “Friday Rock Show”, no qual apresenta desde 2002 na BBC 6 Music. “O álbum é um coquetel intrigante de power metal, ritmos latinos e até um pouco de flamenco. Excelente!”, disse Bruce Dickinson. Será que o frontman da donzela de ferro acertou os ingredientes de “Mentalize”? “Se o Bruce achou isso do meu disco, quem sou eu para falar o contrário?” diz André Matos durante o programa Combo Fala + Joga, na PlayTV.
Como um letrista de mão cheia, o músico procurou se desvincular do clichê de temas e ilustrações épicas que rondam o heavy metal e trouxe um projeto gráfico diferente para o novo disco. “A capa, com o artifício do labirinto e o símbolo da banda no centro, tem toda uma questão filosófica”, explica o vocalista que também teoriza sobre a temática de “Mentalize”. “Eu gosto muito de ver programas científicos na televisão e une isso com a pegada de física quântica. Se você prestar atenção nas letras vai ver uma série de questionamentos que fogem do lugar comum que permeia a temática no metal”, adverte o músico.
Como o reduto tradicional do heavy metal é a Europa, “Mentalize”, sucessor de “Time To Be Free” (2007), foi mixado e masterizado na Alemanha por dois grandes nomes do metal europeu: Sascha Paeth, velho amigo do músico dos tempos de Angra, e Miro Rodenberg. “Quando se faz um produto que vai competir lá fora você tem que se adequar ao padrão deles”, explica André Matos. De acordo com a banda, os europeus têm um know how maior quando se trabalha com metal.
Metal versus Mídia
Com uma carreira de mais de 20 anos de estrada, André Matos já rodou os quatro cantos do mundo e pode observar como o heavy metal é tratado nos mais diferentes países. O músico explica que o jornalismo musical praticado no Brasil é um caso a parte. “A relação do metal com a mídia brasileira é terrível. Isso vem desde o Rock In Rio quando criaram o termo metaleiro que é a mesma coisa que chamar um motociclista de motoqueiro”, declara o vocalista.
Para os músicos, a grande mídia ainda não entende bem o estilo e prefere focar numa peculiaridade negativa do artista ao invés de tentar definir a qualidade da música e achar o tom certo do texto. “A imprensa tem uma visão deturpada, exagerada e caricaturizada do fã de metal”, explica André Matos que também questiona a falta de conhecimento dos subgêneros existentes no metal. “As pessoas confundem heavy metal com punk e dark. Aliás, a Rede Globo gosta muito de falar nesse termo, ‘dark’”.
Durante a entrevista à PlayTV, André Matos e sua banda ainda elencam o Top 3 das gafes que já rondaram o estilo. “O Judas Priest veio tocar no Rock In Rio e eles estavam lançando o disco ‘Painkiller’ e o jornalista da Globo, tentando traduzir o título do disco, disse: ‘Agora, Judas Priest com Painkiller: Analgésico!’ Dá para acreditar nessa tradução?”, disse incrédulo o guitarrista Hugo Mariutti. Para incrementar a lista, veio André Matos contando outra pérola durante o Rock In Rio. “O público, ansioso para a próxima apresentação, começou a gritar pedindo mosh, que é muito comum nos shows de metal. Aí vem o Pedro Bial (jornalista da Rede Globo) e diz: ‘A galera esta ensandecida e a palavra de ordem agora é morte!’, conta em meio a gargalhadas.
Já o número um do Top 3 das gafes ficou por conta da cobertura da morte do vocalista Ronnie James Dio. Uma emissora usou as imagens de Ozzy Osbourne, ex- vocalista do Black Sabbath assim como Dio, para pautar a morte do músico. “Eles acharam que o Ozzy estava partindo também e resolveram colocar a imagem dele”, ironiza o guitarrista. Reveja o vídeo da gafe envolvendo o vocalista Dio neste link.
Combo Fala + Joga com André Matos e banda
Dia e horário: 02/08 às 22h
Reprise: 03/08 às 6h 30, 12h e 17h
PlayTV é o canal 86 da SKY e 30 (analógico) ou 430 (digital) da Oi TV. Além disso, pode ser vista gratuitamente, por streaming, no site www.playtv.com.br.
21
Por Adriana Farias
[Twitter]
Mike Portnoy, baterista do Dream Theater, acabou de publicar em seu twitter oficial (@MikePortnoyDT) uma foto com os highlanders do Iron Maiden. A banda está abrindo todos os shows da donzela de ferro nos Estados Unidos e no Canadá.
Para quem quiser relembrar a última passagem do Dream Theater em São Paulo, no Credicard Hall, pode ler o meu review do show no site da PlayTV clicando aqui.

Em cima, da esquerda para direita: Bruce Dickinson (vocalista/Maiden), Jordan Rudess (teclado/DT), Nicko McBrain (baterista / Maiden), Mike Portnoy (baterista / DT), Steve Harris(baixista/Maiden), John Myung (baixista / DT) e Janick Gears (guitarrista / Maiden). Embaixo, da esquerda para direita: James Labrie (vocalista / DT), John Petrucci (guitarrista / DT), Adrian Smith (guitarrista / Maiden) e Dave Murray (guitarrista / Maiden).
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Por Adriana Farias
[Twitter]

Na última sexta (16) o Angra se apresentou na edição 2010 do Anime Friends e preparou uma surpresa para os fãs. Edu Falaschi (vocalista), Kiko Loureiro (guitarrista), Rafael Bittencourt (guitarrista), Felipe Andreoli (baixista) e Ricardo Confessori tocaram pela primeira vez a trilha “Pegasus Fantasy” da série japonesa Cavaleiros do Zodíaco. Em entrevista à PlayTV, os músicos explicaram que essa relação do Angra com o universo japonês vem de longa data.
PlayTV – Vocês já são figura carimbada nos eventos relacionados a animes no Brasil. Em quantas edições do Anime Friends vocês já participaram com o Angra ou com o Almah (projeto paralelo de Edu)?
Edu Falaschi – O Angra pela primeira vez esta fazendo um grande evento de anime, mas todo mundo já participou, individualmente, de todos os eventos principalmente aqui no Anime Friends.
PlayTV – Mas vocês são ligados a esse universo do anime/manga?
Edu Falaschi – A gente pretende continuar sempre junto dessa galera que curte cosplay, desenho animado, seriado japonês, porque, afinal de contas, todo mundo acabou curtindo isso na infância. A gente já assistiu muito aos seriados japoneses e a gente gosta muito desse meio até porque é um público bastante animado e curte muito o show do Angra.
PlayTV – Essa relação do Angra com o anime começou quando você, Edu, interpretou as músicas da famosa série “Os Cavaleiros do Zodíaco”?
Edu Falaschi – Tudo começou com um convite da Álamo (estúdio de dublagem). Eles precisavam de um cantor de heavy metal para fazer a trilha da série e eles queriam alguém que já tivesse um certo nome. Aí eu fui chamado para cantar “Pegasus Fantasy” e “Blue Forever” dos Cavaleiros. Depois disso, eu fui convidado para fazer a “Never”, outra música da série que foi para os cinemas. Dali em diante, eu levei o Angra para fazer todos esses eventos relacionados a anime.
PlayTV – Dá para dizer que parte considerável dos fãs do Angra também são fãs de anime?
Confira a entrevista completa com o Angra no site da PlayTV clicando aqui.

A entrevista acima com o Angra e as imagens do show vão ao ar nos seguintes dias e horários pela PlayTV:
19/07 – 20h 27
20/07 – 06h 57 / 21h 57
21/07 – 00h 57 / 17h 57
22/07 – 08h 57 / 23h 27
23/07 – 10h 57 / 16h 27
24/07 – 12h 57 / 21h 57
25/07 – 14h 57 / 18h 57
PlayTV é o canal 86 da SKY e 30 (analógico) ou 430 (digital) da Oi TV. Além disso, pode ser vista gratuitamente, por streaming, no site www.playtv.com.br.
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Por Adriana Farias
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Tudo começou com um boato dizendo que o Brasil receberia a edição nacional do festival Woodstock. Mas as semelhanças entre o SWU – Music and Arts Festival e o famoso festival norte-americano realmente são muitas. “O que ajudou a fomentar essa especulação foi a nossa parceria com Michael Lang. O nome dele ficou historicamente associado ao Woodstock, já que ele foi um dos principais criadores”, explicam os produtores do SWU Theo Van Der Loo e Milkon Chriesler (Mac), no Combo Fala + Joga.
As semelhanças entre os dois festivais não param por aí. Assim como o Woodstock, o SWU terá três dias de duração (9, 10 e 11 de outubro) e será montado em uma fazenda. “A gente espera receber mais de 70 mil pessoas na fazenda Maeda, em Itu, e a galera vai poder acampar por lá”, conta Mac e Theo complementa. “Serão 60 atrações, cerca de 10 a 15 shows por dia. Vai ter música até às 2h da manhã e os portões devem abrir ao meio dia”.
Linkin Park, Dave Matthews Band, Pixies, Incubus, Sublime e, mais recentemente, o Kings of Leon são as primeiras bandas confirmadas. Já o Green Day e o Pearl Jam foram outras tentativas de negociação para compor o cast do SWU. “A gente tem uma ligação muito boa com o Pearl Jam”, diz Mac. “Eles apoiaram o projeto e até liberaram a música “Just Breathe” para usarmos na campanha do festival, mas a banda não vai participar porque o Eddie Vedder vai casar uma semana antes do SWU!”, explica Theo. De acordo com os produtores, o músico namora há 5 anos, já tem dois filhos e um casamento já estava por vir.
O público brasileiro do Pearl Jam pode até ficar desanimado com a notícia, mas quem desaprovou a atitude do frontman da banda foi o ex-guitarrista do Guns N’ Roses. “Encontramos o Slash em Atlantic City, nos Estados Unidos, e conversando sobre o festival ele perguntou sobre a negociação com o Pearl Jam. Quando contamos que a banda não viria porque o Eddie Vedder estava prestes a se casar ele disse: ‘Eu jamais cancelaria um show para casar!’”, conta Theo em meio a gargalhadas.
Para ajudar na organização do festival outro nome de peso foi convocado. David Saltz atua nos bastidores do SWU e é figura carimbada do show business por ter produzido os documentários “The Beatles Anthology” e “Stones in Exile” e os shows exibidos nos intervalos do jogo final da liga de Futebol Americano (NFL) nos Estados Unidos, o Superbowl. “O David esta justamente nessa parte de explicar e envolver a banda na temática do festival. Ele faz a comunicação com os grandes artistas”, explica Theo.
O grande mote para o lançamento do SWU está ligado à questão ambiental. O evento conciliará música e arte com o pensamento sustentável. “O objetivo é passar a informação e motivar a galera a se reeducar. Isso é o mínimo que a gente pode fazer e vai além de acordos governamentais”, enfatiza Theo. “O Linkin Park foi o mais fácil de negociar para o festival justamente por causa do histórico de engajamento que eles têm com a sustentabilidade”, diz Mac.
Durante o programa, os produtores teorizam sobre outras possíveis atrações internacionais e nacionais no festival, o line-up forte de Djs, que pode contar com Gui Boratto, e o palco exclusivo para as bandas independentes. “O conceito do SWU não é pontual e passageiro. Ele é muito mais voltado para os festivais europeus, com personalidade e vida própria”, garante Theo e Mac, que já trazem no currículo da empresa The Groove Concept, da qual são donos, a produção do festival Maquinária.
Combo Fala + Joga sobre o SWU – Music and Arts Festival
Dia e horário: 15/07 às 22h
Reprise: 16/07 às 6h 30, 12h e 17h
PlayTV é o canal 86 da SKY, 13 da Net Brasília e 31 da TV Oi Belo Horizonte. Além disso, pode ser vista gratuitamente, por streaming, no site www.playtv.com.br.
08
Por Mayara de Oliveira
13 de julho é o dia mundial do rock e a programação da PlayTV será especial nesse dia.
Bianca Jhordão, Rafaela Tomasi, Raquel Bertani, Marcela Silvestri e Luciano Amaral se divertiram jogando Lego Rock Band durante as gravações de vinhetas especiais que serão exibidas durante a programação da próxima terça-feira.

Confira o vídeo dos bastidores
Mok Especial
Luciano Amaral entrou totalmente no clima rock’n’roll e se transformou em um astro do rock inspirado em Paul Stanley, vocalista e guitarrista da banda Kiss
Confira o vídeo dos bastidores

O programa vai ao ar terça-feira 13/07/2010 às 20h45
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