nov

10

Por Vinícius Lima

Após uma semana sem iPobre, estamos de volta recheados de jogos para aproveitar o feriadão do próximo fim de semana. Você não vai poder reclamar de tédio. Tem jogo de luta, shooters, estragégia, puzzles e muitos mais.

Conta na App Store Argentina

Lembra no primeiro iPobre, em que eu dei a dica para vocês criarem a conta na App Store Americana para baixarem os jogos gratuitos com mais facilidade? Pois bem, descobri há alguns dias que a iTunes e App Store Argentina possuem quase todos os jogos da Americana e você pode utilizar seu cartão de crédito internacional para comprar diretamente na loja, sem segredos.

CLICANDO AQUI, você vai ser redirecionando ao primeiro iPobre, em que tem um tutorial para criar sua conta na App Store americana. Siga estes mesmo procedimentos, trocando Estados Unidos por Argentina. Se preferir, você pode migrar sua conta americana para a do país dos hermanos: basta acessar os dados de sua conta pelo iTunes e escolher para trocar a região. Lembre-se de arranjar um endereço de algum lugar bacana de Buenos Aires.

Realizar compras na loja é super simples. Basta fazer a busca dos jogos ou aplicativos, clicar em “buy” e o aplicativo será baixado no iTunes, sem segredo algum. Infelizmente, não é possível colocar as escolhas em um carrinho de compras, para depois executar tudo, mas isso não é um problema tão grave.

Aproveitando o encejo, alguns jogos da Electronic Arts estão custando apenas US$0,99. Aproveite títulos como Tetris, Need for Speed, FIFA e muitos outros por um precinho camarada.

Capcom Arcade

Para começar com os games, o companheiro Jefferson Kayo, a.k.a. @horokeu, falou um pouco do Capcom Arcade. Dá uma clicadinha AQUI, confere a matéria do rapaz e, depois, corre lá na App Store e baixa o aplicativo, que é gratuito.

Puzzled Keiki

Gosta de resolver aqueles puzzles danados, que dão um nó cego nos seus neurônios? Corre lá e baixa Puzzled Keiki. No game, você deve ajudar um grupo do exército a realizar diversas missões-puzzle, que acabam se tornando grandes desafios, que devem ser realizados no menor tempo possível. Os recordes e conquistas são postados automaticamente utilizando o sistema OpenFeint. Corra lá na App Store, pois ainda está gratuito.

Imagem de Amostra do You Tube

Nota: 8,0
Fabricante: Untapped
Valor normal: US$0,99

Ringtone Designer

Cansou dos toques padrões do iPhone e não quer gastar dinheiro comprando novos ringtones na iTunes Store? Pois entre agora na App Store e procure Ringtone Designer, um aplicativo que cria novos toques para o seu telefone de maneira fácil e prática.

Entrando no aplicativo, escolha a música que deseja. A partir daí, você terá um marcador de 30 segundos, que você posiciona na parte da faixa que preferir. É possível aplicar a opção “fade”, para que o toque não comece muito alto. Clique no disquete à direita e salve o arquivo.

Para adicionar o toque ao aparelho, conecte seu iPhone ao iTunes e faça uma sincronização. Logo após, entre na guia de “Aplicativos” do seu telefone. Logo abaixo, haverá um campo chamado “Transferência de Arquivos”. Selecione o Ringtone Designer para que os toques apareçam ao lado, salve-os em uma pasta e depois jogue os itens de volta para o iTunes e faça uma nova sincronia.

Após estes passos, os novos ringtones estarão disponíveis acima dos toques padrões do iPhone. Simples, rápido e prático.

Nota: 8,5
Fabricante: BLACKOUT LABS
Preço da versão PRO: US$0,99

mar

10

Por Rodrigo Guerra

Haikan, é o décimo lutador de Super Street Fighter IV anunciado. Ele usa o estilo Yağlı güreş (não sei como se pronuncia), que é muito popular na Turquia. Nas lutas os participantes devem ser lambuzados de óleo vegetal e vence quem conseguir imobilizar o adversário. Pode parecer meio estranho – e é – mas o povo se diverte.

Enquanto a Capcom não libera o vídeo do lutador para todos os sites, você pode assistí-lo logo abaixo.

Imagem de Amostra do You Tube

Para “efeitos comparativos” veja como é uma luta real:

Imagem de Amostra do You Tube

Uma luta de besouros é mais interessante. Principalmente se for uma de Mushiking:

Imagem de Amostra do You Tube

Melhor do que isso, só Lady Gaga em Rock Band 2.

set

29

screen_1_bmp_jpgcopy-copyDeu para perceber que a onda de choque que está acontecendo no mundo dos videogames desde a última segunda-feira, certo (se não, dê uma passadinha no GameTV)? Não dá para falar que Super Street Fighter IV não pegou muita gente de calças curtas. Quando os primeiro boatos que SSFIV estava em produção, muito pensaram que se tratava de um conteúdo extra, um DLC. Só que para a tristeza de muitos não é, e isso também não seria uma idéia tão estapafúrdia assim – a Capcom compete cabeça a cabeça com a SNK Playmore na reutilização de seus games de luta.

A história foi assim já no consagrado Street Fighter II. Naquela época a Capcom fez os seus oito lutadores viajarem pelo mundo todo antes de enfrentar os quatro vilões da Shadaloo. O sucesso do game na época não foi o suficiente para calar o clamor dos jogadores que queriam controlar Balrog, Veja, Sagat e M. Bison. Um ano depois veio o Street Fighter II: Champion Edition que permitia isso. Meses depois veio outra versão a Street Fighter II Turbo: Hyper Fighting e depois veio a Super Street Fighter II e um ano depois outro jogo que agora tinha o “mestre” Akuma.

Sério. Dá para falar que não era previsível ver pelo menos uma nova versão de SFIV “só um ano depois”? Mas então porque estão todos reclamando que a Capcom está sendo “mercenária” como andam falando no Twitter e em fórums espalhados pela internet? A Capcom sempre foi mercenária, quer dizer, mercenária não, sempre foi uma empresa que visa lucros. E o que dá mais lucro do que relançar o jogo que todos estão jogando no momento? Porque deixar outros títulos tirem o foco da sua franquia? Vendo pelo lado da grana – e é isso o que importa – a Capcom está certíssima.

Mas e o lado do consumidor? Antigamente gastávamos fichas de fliperama nas máquinas, então era mais barato, certo? Naquela época do SFII também existiam locadoras de videogames aos montes espalhadas nas capitais brasileiras e até em algumas cidades do interior – e alugar games também era barato. Hoje em dia os fliperamas estão em locais obscuros dos grandes centros urbanos e locadoras de games não conseguem vencer a pirataria para se manter vivas. Por isso compramos os jogos com mais freqüência e sentimos no bolso quando um jogo “acaba” de ser lançado e vemos uma nova versão dele, mais completa e mais legal. Não é?

É o que os donos de Fallout 3 e LittleBigPlanet sentiram quando suas versões de “Game of the Year” foram anunciadas e que piora a situação, pois são acompanhadas com conteúdos extras que os caras que foram afoitos e compraram o game na época de lançamento tiveram que desembolsar para tê-los. Ou seja, não basta o game vir mais completo, ele vem acompanhado com todos os DLCs que foram vendidos anteriormente – sacanagem, pô!

A ficha está caindo para nós jogadores. Claro que é muito mais legal pegar o game que estamos esperando ansiosamente logo no dia do lançamento. Só que temos que estar preparados no futuro, pois sabemos que uma versão mais completa e com mais coisas será lançada depois – e não tem chororô, você vai querer jogar, vai querer ver com os próprios olhos o quão legal é aquele cenário novo ou aquele lutador novo.

Rodrigo Guerra

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