28
Tá aí, ó, fresquinha e melhor que manhã de Natal: pré-lista de alguns jogos que estarão disponíveis na E3 desse ano.
Não sei se foi algum executivo meio caducado de alguma empresa com base aqui no Brasil, mas olha aí (embaixo). E tem até aviso pra refazer o PPT. Gente colaborativa e competente é outra coisa, de primeiro mundo e panz.
Meio Freeko, mas foi sem querer.
20
Se não viu, assista antes de continuar:
Sim! It’s MAHVEL, BABY! O embargo combinado pelos veículos de comunicação do meio gamer acabou hoje, as 16h da tarde de Londres, daí todos os ’sítios’ colocaram no ar a notícia que o dono do spooky soltou há quase 1 mês: Marvel vs Capcom 3 é uma realidade!
Talvez o maior de todos os problemas para o lançamento de mais um jogo da série, era o fato dos direitos da Marvel estarem nas mãos da Activision. Aí, com a venda da marca de Stan Lee para a Disney, as coisas ficaram ainda mais distantes. Mas o chororô acabou, a novidade é super “crispy” e Marvel vs Capcom 3 chega para instigar ainda mais o mercado dos fighting games da nova geração.
Talvez seja um pouco cedo para especular algo do gênero, mas com Street Fighter IV, Super Street Fighter IV, Tatsunoko vs Capcom, BlazBlue e The King of Fighters, todos dividindo atenções da mídia e dos jogadores, dá pra ter uma esperança nos dias vindouros, não dá?
Um dia, voltaremos a ter jogos de luta como nos anos 90: Um Street Fighter, um KOF, um Fatal Fury, um Samurai Spirits, um crossover aleatório e mais alguma franquia mais fraca, como Last Blade, tudo no mesmo ano.
Agora fique com o primeiro teaser trailer do jogo:
14
por Daniel Mello
Em 1995, antes da Live, da PSN e da SegaNet do Dreamcast, existia um serviço de jogatina online para consoles de 16-bits, conhecido nos Estados Unidos como X-Band. No Brasil, uma versão parecida foi lançada no começo de 1997, com o nome de MegaNet 2 (o MegaNet 1 só permitia acessar notícias, chat e email). O cartucho vinha com um modem de 26 kbps e entrada para cartuchos, permitindo partidas de jogos como Mortal Kombat II e 3 e Fifa Soccer ‘96 pela linha telefônica. O serviço era pago, mas a alegria durou pouco: como os jogos não eram preparados para jogatina online, o que a Tec Toy fazia era literalmente usar o cart do MegaNet 2 para hackear os games e fazer o modo versus normal funcionar pela internet. Em alguns jogos, era simplesmente impossível viabilizar as disputas à distância, e por isto, muitos games de sucesso acabam sem o devido suporte.
Abaixo, um vídeo promocional do X-Band:
13
E aí que, por causa do anúncio de The King of Fighters XIII, deu vontade de jogar os outros jogos da série. É meio que uma rotina seguida em todo o lançamento de um novo game da franquia. Só que, como usuário do PS3, não tenho acesso a todos aqueles lançamentos da Live Arcade de jogos de Neo-Geo. E eles tem os KOF’s, Garou: Mark of the Wolves, Last Blade e ainda terão Nejibako. Droga!
E o que eu faço? Tiro a poeira e ligo meu Ps2 velho de guerra para jogar toda uma vida de filantropia gamística que só usuários dos sistemas da Sony sabe como é. Vida fácil de pirateiro, que baixa (não compra!!!) o jogo da internet, queima e se diverte. Hoje em dia não pratico mais isso, já usufruo de um sistema que impossibilita tal atitude – e também, porque a prateleira cheia de originais fica MUITO mais legal.
E o que tudo isso tem a ver com o título? Bem, é que jogar PS2 num televisor de LCD não é uma das coisas mais lindas de serem vistas. Tudo fica distorcido, quadriculado, feio. Muito feio. A alta qualidade dos televisores que aguentam até 1080p denigre as plataformas antigas de videogames, que não estão nem acostumadas ao formato widescreen dos aparelhos.
Aí fica a dúvida: Será que vale a pena mesmo gastar uma grana numa televisão de tubo, quando as mesmas estão para serem extintas do universo? Será que o gasto valeria a pena? Será que o PS2 não voltaria para o armário logo em seguida, transformando o desejo consumista virar apenas um fogo de palha? Sabe a resposta que eu achei pra todas essas perguntas? Montar um gabinete de fliperama.
Sei lá, achei a melhor saída de todas. Compraria uma televisão velha, grandona, montaria um gabinete estilo anos 90, pra jogar de pé (ou sentado) e com as peças importadas dos controles daquele gabinete Neo 50”, sabem? Só me falta encontrar um lugar em casa para guardá-lo. Seria uma boa desculpa para reunir os amigos e tomar umas cervejas enquanto digladiaríamo-nos em diversos jogos de luta. Show de bola!
Minha única ressalva é que esse gabinete PRECISA ter um cinzeiro fedendo a cigarro, mesmo que de mentirinha.