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por Fernando Mucioli
Eu já mencionei em algum momento aqui o meu apreço pelos simuladores de peleja virtual, ainda que não seja o maior especialista da galáxia quando o assunto são eles. Ainda assim, gosto de entrar online e soltar os meus hadoukens.
Mas, obviamente, nem todo jogo é, assim, um primor do desenvovimento e nem todos jogador é, assim, um primor do comportamento desportivo. Tem um pessoal que leva esse negócio de jogo de luta sério até demais, e aí os resultados podem deixar a gente encarando o monitor com a sombrancelha levantada e a boca levemente torta para um dos lados.
Quer um exemplo? Eu dou.
O que dizer dessa “briga do século”? E dessa aqui, então?
Pelo menos no que diz respeito a games de luta, parece que os jogadores importam mais do que a mecânica. Claro, não ajuda muito se a experiência for toda judiada por bugs irritantes e combos infinitos de um botão só. Mas mesmo que o jogo não tenha os valores de produção de um, por exemplo, Street Fighter IV, diversão dá pra se achar em quase qualquer lugar. É só não levar as coisas tão a sério – e disso, prometo, falarei numa próxima ocasião.
Abraços e até a próxima.
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