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Começou no feriado do aniversário da cidade de São Paulo, no dia 25 de janeiro, mais uma edição da Campus Party, considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo (segundo o release do evento). Eu acabei dando uma passada por lá representando todo o pessoal do GameTV e trouxe algumas curiosidades para dividir com os leitores do blog.

Acho que a essa altura do campeonato todo mundo já sabe que as diversas palestras sobre softwares livres são a coqueluche da festa. Todo mundo participando, fazendo perguntas e se inteirando a respeito do assunto. Há também discussões sobre pirataria, redes sociais (com o Twitter bombando 100% todos os visitantes do evento), modding, robótica, games, convidados internacionais como o responsável pelas ações de marketing para celulares da campanha publicitária de Barack Obama, Scott Godstein – que estava lá hoje – entre outros ilustres.

Tudo muito bom, muito legal, mas e os games, você pode estar se perguntando. Sim, caros leitores, eles estão lá. E não são poucos.

De Xbox 360, passando por PS3 e computadores que colocariam a Caverna do Batman num museu, todos os gamers da Campus Party estavam se divertindo. Hora num Guitar Hero ali do galpão de entretenimento, ou num campeonato de Grand Chase organizado pela Level Up e com prêmios da ATI, ou então desafiando os amigos em partidas amistosas (ou não) de Street Fighter IV em monitores de 30 polegadas, todo mundo tava jogando.

De MMO’s, podíamos contar com as ilustres presenças oficiais de Cabal Online e GrandChase, que sediaram e ainda vão sediar diversas competições para seus clientes. Aí tinha uma modificação para Warcraft 3 chamada DOTA, a mais famosa – de acordo com o gosto dos gamers. Os jogos musicais estão muito bem representados com Rock Band e Guitar Hero, ambos com campeonatos repletos de desafiantes e prêmios. Além das competições de FPS: Quake 3, Unreal Tournament, Counter Strike e do já mais que popular Street Fighter IV, que também teria seu campeonato oficial da Campus Party.

E se não bastassem os campeonatos oficiais, uma série de micros campeonatos, organizados pelos próprios campuseiros animavam as mesas do principal galpão do evento. Era gente gritando para todos os lados, aglomerações, “Yeeeahs!” gritados com euforia e “Uuuuhs” representando a agonia de certos embates. O bicho tava pegando para todos.


Tinha uma cabine de aeronave que dificilmente alguém acharia para vender. O negócio era tão complexo que o lance do “joguinho” não existia. O negócio era simular as adversidades de um verdadeiro voo. Se não bastasse o cockpit super detalhado do simulador de voo, ainda encontrávamos um simulador de corrida com um assento que se mexia por hidráulica às adversidades da pista, simuladores de helicóptero e até uma máquina montada pela ATI com uma Radeon 5850 e três monitores ligados em série graças à tecnologia Eyefinity. Era um show à parte.

Criatividade

O pessoal dos moddings para PC também estavam causando na Campus Party. O famoso Kratos estava lá, todo pomposo em sua fúria grega, assim como um simpático mod do Dragão do Shrek. Tinha um baseado em LOST com refrigeração líquida, revestimento de madeira sólida e o grande logo da Dharma em sua lateral. E de quebra, um monitorzinho na parte da frente mostrando em looping uma cena do seriado e uma série de botões chamativos e luminosos que só o dono sabe para que serve.

Fora as máquinas com tanta iluminação que pareciam baladas portáteis, equipamentos que causariam inveja em qualquer nerd do local. Ops, elas causam, isso é um fato.

A galerinha criativa da parte de desenvolvimento de jogos estavam com seus estandes cheios. Talvez por causa do futuro grande sucesso do mercado de games, o Headbanger Hero, jogo que mistura a ação típica das guitarras do jogo musical, só que retirando o instrumento e inserindo uma peruca no lugar. Essa peruca possui sensores de movimentos que tranformam em pontos o ritmo do jogador na hora de chacoalhar a cabeça e curtir o som pesado de bandas como Slipknot ou Korn.

Do lado do Headbanger Hero existia um jogo que simulava uma manifestação artística de rua que muitas vezes cruza a tênue linha que a separa do vandalismo puro e simples. Era um jogo que transformava o jogador num pichador. A interface do spray com a tela dava realmente uma sensação de estar infringindo a lei. Mas sacudir os cabelos ao som do metal foi muito mais gratificante.

E é lógico que a Campus Party não é só isso, por isso, se quiser saber mais informações sobre o evento, não esqueça de assistir ao Pop Up!, o noticiário da PlayTV. Uma das matérias, com a abertura da feira, já está na grade de programação. Até o fim da semana, a @_stella terá mais material disponibilizado para todo mundo que curte o mundo do entretenimento eletrônico e quer ficar inteirado na feira. E vai ter coisa no MOK e támbém atualizações direto da Campus Party no blog da redação. Só ficar de olho.

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