dez

18

por Fernando Mucioli

Olá e olás, pessoal. Como estão as coisas por aí? Se preparando para passar o Natal enchendo o bucho de peru e a cabeça de Sidra Cereser? Já contando os dias para jogar Final Fantasy XIII enquanto lê as várias partes do especial que publicamos durante essa semana? E na nossa enquete dos Melhores do Ano, já votou? Espero que a resposta seja sim para todas as perguntas.

Talvez com a exceção da Sidra, que eu não gosto tanto assim.

Mas, pois é: enquanto todo mundo vai curtir o pré e pós-Papai Noel, a gente aqui na redação vai continuar trabalhando, como diz o Metrô de São Paulo, “em velocidade reduzida e com maior tempo de parada”. Não vamos deixar de abrir nossos presentes e estourar nossas champanhes, mas enquanto isso não acontece, continuamos por aqui cobrindo o que acontece no mundo dos games nesse finzinho de 2009 e começo de 2010. Por isso, aproveitem! Ainda temos algumas surpresas na manga!

Eu pessoalmente devo passar meus momentos derradeiros do ano entre os discos de DJ Hero e os pulos de Altair em Assassin’s Creed – um jogo novíssimo e outro de 276 anos atrás. Isso porque apesar de eu ter colocado minhas mãos cheias de dedos na nova aventura do simpático Ezio, não tem como jogar uma sem terminar a outra, né? E como o amigo Guerra aproveitou e me emprestou o God of War Collection, também devo aproveitar para reterminar as aventuras de Kratos e pegar alguns troféus no processo. O que na verdade é o verdadeiro objetivo.

Se alguém quiser mandar um alô e, quem sabe, tirar um contra de Street Fighter IV ou BlazBlue, a ID/Gamertag é tengumaru. E vamos nessa que o ano tá acabando.

E um vídeozinho pra não perder o costume. É velho mas é de coração

dez

14

mod

Você se lembra do programa de TV “Mythbusters”, em que os Caçadores de Mitos, Adam e Jamie, explodem carros e constroem pitorescas invenções para confirmar ou derrubar mitos popularizados por filmes e outros meios? Agora imagine isso aplicado a games de tiro.

Os malucos do Defend The House não só imaginam, como colocam em prática. Depois de lançarem vários episódios cobrindo os mitos de Halo 3, os produtores acabam de publicar o primeiro capítulo da série Modern Warfare 2. Em pauta, dilemas como “é possível morrer na explosão de um hidrante?” e “uma granada pode ser fatal mesmo antes de explodir?”

Cultura, ciência, vanguarda, amigos. Então, em vez de ficar discutindo a validade ética da “fase do aeroporto” e o potencial destrutivo de “vendas na primeira semana”, vá direto à página dos caras no YouTube, mande suas próprias questões para serem testadas e ajude a separar as mentiras das verdades que podem matar sem que você perceba.

dez

08

por Fernando Mucioli e Renato Bueno

Mesmo com todos os seus problemas, o Brasil continua sendo reconhecido – ainda que em passos vagarosos – como um lugar em que vale a pena investir quando o assunto é videogame do inferno. Isso foi o que alguns representantes da Take-Two mostraram na tarde desta terça-feira caótica em São Paulo, num evento fechado para a imprensa.

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>>Tom Bass, Diretor de Marketing da 2K, mostrou BioShock e resvalou em trailers já conhecidos de Mafia II<<

A recepção, que tinha menos comida do que imaginávamos, contou com os simpáticos três representantes americanos da empresa (um da Take-Two, um da Rockstar e outro da 2K Games), mais os simpáticos dois responsáveis pela assessoria nacional. Mas o que importa mesmo são os jogos que tivemos o prazer de experimentar lá (ainda que pelas mãos dos outros): BioShock 2, Red Dead Redemption e um tiquinho de Mafia II, os principais lançamentos da empresa para o ano que vem. Max Payne 3 não conta senão as poliça cai em cima. Foram dois demos, um executado por um piloto um tanto quanto habilidoso que estava ali presente e outro pelo próprio Rockstarian. Depois, dois vídeos da aventura criminosa.

David Gershik cuida de vendas da Take Two e diz que bota fé nesse nosso país

>>David Gershik cuida de vendas da Take Two<<

Os detalhes de cada demo um você confere no site, quando os respectivos textos forem ao ar – e você não perde por esperar. Mas alguns detalhes a gente já pode adiantar aqui:

- Ambos foram trechos inéditos. Você ainda não viu essas sequências em lugar nenhum da internet.
- O representante da 2K revelou detalhes mais suculentos sobre a história de BioShock 2. O herói, por exemplo, é o “Subject Delta”, um dos primeiros (e não o primeiro) Big Daddy a serem criados.
- Foi mostrado todo o novo sistema de Little Sisters, mais uma penca de armas e Plasmids para todos os gostos.
- Também teve luta contra uma Big Sister. Rapaz…
- O inferno aquático ficou ainda mais punk.
- O mundo Red Dead Redemption tem uma complexidade e um escopo absurdos.  É um universo realmente vivo.
- A trilha sonora é sensacional
- Dá pra laçar maluquinho e sair arrastando com o cavalo. Cai ni noiz, senador.
- É, sem dúvida, a grande aposta da Rockstar para o ano que vem.

>>Nick Van Amburg, by Rockstar, demonstrou o novo Red Dead<<

>>Nick Van Amburg, by Rockstar, demonstrou o novo Red Dead<<

Mais detalhes, logo mais. Não deixe de ficar de olho nas atualizações do GameTV.

Abraços e até mais!

dez

04

E aí que o PlayStation, aquele console cinza que um dia chegou como desafiante da Sega e da Nintendo completou seus 15 anos. Quinze anos. Praticamente a minha idade quando comecei a jogar o meu, trocado por um Nintendo 64 da época em que você ainda precisava transcodificar os videogames.

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O motivo da troca? Castlevania: Symphony of the Night, que entrou, merecidamente, na nossa lista dos 15 maiores games do console.  Eu tinha lá o meu 64, com Mario terminado, várias horas de International Superstar Soccer e tirando contras de Killer Instinct Gold. Ainda não havia Ocarina of Time à vista. Aí eu vi Alucard descendo a espada no exército de Dracula e foi “EU QUERO” à primeira vista.

Quase todos os jogos que escolhemos na lista fez parte da minha história com o primeiro console da Sony. Passei muito tempo mesmo com Castlevania e Mega Man X4. Quando tinha vontade de jogar Zelda, colocava Medievil no leitor. Abusei tanto do meu pobre PlayStation que a base do canhão gastou e fui obrigado a jogar com ele de ponta cabeça a partir de certo momento. Não conheci um que não tivesse feito o mesmo.

O PSOne foi um companheiro. Um bom companheiro. E por isso mesmo fazer essa lista – e rever as imagens e os vídeos – foi uma viagem um tanto quanto nostálgica para o meu passado de jovem jogador. E ainda hoje eu sou meio triste por nunca ter tido um Saturn.

E vocês? Têm alguma memória do console estreante da Sony? Quais os seus jogos favoritos? Preferiam jogar Saturn na época? Contem as suas histórias nos comentários.

Abraços e até mais!

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