nov

23

por Fernando Mucioli

E estamos de volta, mais uma vez, nesse esporádico e meio empoeiradinho blog do GameTV.  Como passaram os últimos dias?

Por aqui correria, pra variar.  Muitos jogos, muitas notícias, pouco tempo e tudo que nós conhecemos e amamos. E o motivo para a blogada de hoje é justamente um desses assuntos – que demos em primeira mão lá no site.

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Já faz um tempo que a Sony grita aos ventos que trará toda a família de consoles e portáteis ao nosso tão judiado país, cheio de caolhos e aquela coisa toda.  O que diziam é que os aparelhos seriam fabricados e  por aqui, o que garantiria preços um pouco menos cruéis para o público.

Mas a história que chegou aqui aos nossos ouvidos foi outra: PS3 a R$2.500,00,  títulos do mesmo por uma média de R$249,00 e os outros detalhes que você pôde ler lá na nota. Qual a vantagem real, então, principalmente quando se compara essas ofertas com as que a Microsoft e a Latamel/Nintendo trazem ao nosso mercado?

Dá pra dizer que a Sony fica em segundo lugar, talvez, quase empatado com a representante panamenha da Big N? Os preços dos jogos ficam no pau a pau, com os de Wii e DS levando o prêmio ainda no questito careza. A Microsoft leva o bolo porque ainda consegue lançar os games que ela mesma distribui por um preço bem mais camarada – o Forza 3 é um bom exemplo.

Mas a coisa fica meio feia quando se presta atenção no console: o Slim importado por mais de dois mil dinheiros. Hoje é possível encontrar o mesmo modelo por, digamos, quase metade do preço. E não precisa nem ir em lojas escusas do centro da cidade:  o Submarino, por exemplo, vende o mesmíssimo modelo bem mais barato.  O meu, que é dos gordos, paguei pouco mais de mil numa dessas lojas online. Dividido em 12x, obviamente.

Não me lembro exatamente de como aconteceu quando a Microsoft lançou o Xbox 360 por aqui – como ficou essa questão de preços quando comparado com ofertas não oficiais. Mas pelo menos o kit oficial vinha com alguns jogos (ainda que não totalmente excelentes) e um faceplate (ainda que não totalmente excelente).  O Slim chega por aqui secão, sem nada a mais, pelo que me consta.

Lembrando, claro, que a assessoria da Sony por aqui não confirmou nem desconfirmou nada.

E vocês, o que acham disso? Pretendem esperar e pegar o PS3 nacional? Era o que vocês esperavam da Sony? Xinguem a mãe aí nos comentários.

Abraços!

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nov

18

Dia 15 de novembro (domingo) aconteceu o lançamento nacional do New Super Mario Bros. Wii, jogo que dá continuidade às aventuras do bigodudo italiano que vive atrás da princesa do reino dos cogumelos. O evento rolou nas dependências do hotel Ceasar’s, na Avenida Paulista, e atraiu uma legião de fãs, familiares desses fãs e é claro, muitos curiosos que passavam pelo local.

dsc056391E o evento bombou! A concentração na frente do hotel era enorme, e isso já eram 15h da tarde (horário que eu cheguei no local). Todo mundo vestindo um boné vermelho, cortesia da Latamel, que distribuiu um kit com boné e camiseta a todos aqueles que preencheram previamente o cadastro da festa. De longe era um mar de “Marios”, todos uniformizados e prontos para a batalha.

O saguão de entrada do hotel separava a galera enorme lá de fora em blocos que assistiriam a apresentação do lançamento da Nintendo. Para por as mãos no joguinho, era preciso passar por três etapas de explicação elaboradas pelo pessoal da Latamel. O primeiro mini auditório servia para explicar ao visitante quem era o Mario, da onde ele surgiu e o que era esse tal de New Super Mario Bros. A próxima sala era uma espécie de How To Play (como jogar), que os monitores ensinavam como jogar o New Super Mario Bros. Por fim, a experiência empírica de degustar a nova maravilha (segundo os próprios fãs) da Nintendo.

E o jogo, como é? Então, pelo que pude jogar de New Super Mario Bros., ele carrega um único elemento a mais se comparado à seus antecessores: o modo multiplayer, que deixa você compartilhar com até três amigos as desventuras pelos mundos cheios de canos, tartarugas e cogumelos do encanador mais famoso da Nintendo – acho que é o único, mas enfim…

new-super-mario-bros-wiiClaro que esse não é um comentário de um viciado e expert nas aventuras de Mario e Luigi – parei no Super Mario World -, mas o jogo não inova em tantos aspectos assim. Tem lá suas fases bem divertidas, como uma montanha russa de esqueleto ou um elevador fantasma, mas visualmente falando, é o Mario mais bonitinho.

Mas é a opinião de alguém que não gosta muito de Mario Bros., por isso, relevem e aguardem a análise da equipe do GameTV em breve.

Fiquem com algumas fotos do evento:

nov

09

Por Carla Rodrigues
Finalmente o aguardado DJ Hero chegou à redação do GameTV para alegrar o finzinho dessa sexta feira ensolarada. Todos os redatores do site se animaram para conferir a novidade da Activision e testar com as próprias mãos os controles. É claro que uns mais que os outros, a própria redatora que vos escreve neste exato momento mais parecia uma criança solta em um parque de diversões.

A primeira impressão logo de cara foi perceber que a picape é muito mais leve do que imaginávamos. Não é nenhum trambolho pesado, e apesar da versão do demo kit ter um fio USB para conectar ao console, a versão final é sem fio, o que deixa o controle mais prático ainda.

Os três botões possuem uma textura diferente dos que vemos na guitarra de Guitar Hero. Dessa forma dá para fixar melhor os dedos no disco. Apesar de todo mundo ter dominado o disco logo na primeira tentativa, ficamos com a impressão de que ele é muito escorregadio e você precisa se policiar muito para ir “buscar e empurrar” enquanto faz os seus scratchs. Ainda não testamos a versão final do controle, mas seria bem melhor que ele fosse um pouco mais firme.

O “crossfader” funciona perfeitamente e fica muito claro quando devemos usá-lo para mudar de faixa. Mas veja bem, apesar de ser fácil saber quando você deve usar isso não significa que seja fácil. Todo mundo se embananou bastante quando resolvemos ver como era tocar no hard.

O visual do cenário que vimos está bem bacana. A balada está lotada de gente dançando, iluminação especial, dançarinos e tudo que uma boa festa precisa. Quem está tocando quase não percebe o que tem atrás da esteira de notas, mas de qualquer jeito é bom ver que eles se esforçaram para criar um ambiente legal que se encaixa perfeitamente com o jogo.

Tocamos apenas quatro músicas. Todos os mashups empolgaram bastante e a gente ficou com aquela vontade de aumentar o som no talo nem que atrapalhasse o trabalho de todo mundo. Mas nos comportamos, para a alegria da redação do PlayTV.

Agradecimentos especiais: NC Games, que enviou o demo kit para a gente.

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