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Olás!
O segundo dia de Goiânia Noise Festival recebeu atrações internacionais como os Dirty Projectors (USA), Mama Rosin (Suíça), Los Lotus (ARG), GrimSkunk (Canadá) e ainda os nacionais Black Drawing Chalks, As Mercenárias e muitas bandas bacanas, foram 14 shows começando às 18:30h e terminando às 02h.
Na entrada, um guia era distribuído avisando os horários e os palcos de cada atração.
O saldo final foi de entrevistas bacanas, reencontro de amigos e muito rock! Aliás a estrutura dos palco em termos de som e iluminação estavam impecáveis, parabéns aos organizadores.
beijos!!
Bianca

O Mini Box Lunar vem do Amapá com um rock-psicodélico bem legal. O visual é retrô e as duas vocalistas carismáticas. Curti!

Os amigos Xuxu e Cachorro (Pipodélica) e Zimmer e Amexa (Ambervisions) fazem parte da Barbária, banda que acompanha o cantor Cassim. A galera é de Floripa e já tocamos juntos algumas vezes. O show teve duas baterias, delays na guitarra de Xuxu e a empolgação do vocalista Cassim, que agitou a galera.

Depois do show, entrevista e foto com os amigos. Da direita pra esquerda: Cassim, Xuxu, Cachorro, eu, Ameixa e Zimmer.

Clique da banda argentina Los Lotus, cabeleiras bem tratadas.

A banda GrimSkunk, de Montreal no Canadá, um dos nomes importantes da cena alternativa canadense.

Heluana Quintas, uma das vocalistas do Mini Box Lunar

O escritor Alex Antunes aproveitou para um clique com as meninas

Bem legal a banda Mama Rosin da Suíça. Entrevistei a galera e eles adoraram a turnê que estão fazendo pelo Brasil.

Marcio Jr., vocalista do Mechanics e um dos idealizadores do Goiânia Noise Festival, se empolga no show e manda ver nas novas músicas em portugues.

O Mechanics teve a participação do Grupo Empreza, que fez uma performance um tanto bizarra com as múmias siamesas e o homem nascendo de um casulo pendurado no palco (à esquerda).

Leo Razuk, outro organizador do festival curtindo o show. Ao fundo, nosso diretor, Rodrigo Lariú anotando tudo.

A equipe do barulho – eu, Lariú e Edu. Na hora da foto passa um cara correndo na frente! hahahah

Exaustos porém felizes, nada como ver shows bacanas de rock!

Dudu, o único sem boné da foto, é meu amigo há muito tempo. Estudamos no mesmo colégio em Petrópolis (RJ) e fizemos juntos o programa “Rádio Escola” na Tribuna FM em 1994. Ele é o baixista da banda Confronto, que se apresentou nesssa segunda noite do festival.

Pra encerrar o festival, a banda americana Dirty Projectors que fechou muito bem essa 15a. edição do Goiania Noise Festival. Até a próxima!!! =)
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E aí pessoal!
Estamos em Goiânia desde ontem para cobrir o “Goiânia Noise Festival” que está rolando até domingo.
O festival acontece no Centro Cultural Martim Cererê que é muito legal.
Os shows acontecem nos Teatro Pyguá e Yguá, que antes de serem teatros e abrigarem bandas eram caixas de água, muito louco.
Eu conhecia o festival e o Martim Cererê desde 2001, quando toquei com o Leela no festival.
A edição desse ano comemora 15 anos e estivemos lá desde cedo para captar os melhores momentos dessa festa.
Vamos mostrar tudo pra vocês no Pop-Up que vai ao ar na semana que vem, fiquem ligados!
E hoje tem mais!
Daqui a pouco estamos indo pra lá cobrir o segundo dia do festival e no domingo voltamos pra casa.
Fiquem agora com algumas fotos que cliquei na noite de sexta.
beijos goianos,
Bianca

Esse é o Claudão, figura clássica da cena undergrond mineira, que veio ao festival mostrar seu inédito projeto solo – O Melda. Bateras seqüenciadas, guitarra na mão e capacete percusivo na cabeça – uma invenção própria.

A banda carioca Glass’n'Glue foi selecionada pela PetroBras nas Ondas do Rock para participar do festival e as meninas e os meninos arrasaram! Deixaram os goianos boquiabertos. Posso me orgulhar que uma das vocalistas, a Marina Franco, é minha prima e foi a primeira vez que a vi “em ação”!

Eu e Marina depois do show, nos bastidores.

Goiânia Rock City!

Esse é o Edu, nosso câmera, capturando os melhores frames do festival

O Canibal do Devotos (PE) foi um dos meus “padrinhos” na música. Em 1997 entreguei um k-7 de minha primeira banda – Polux – e ele levou para o organizador do Abril Pro Rock, outro grande festival que rola em Recife. Tocamos no ano seguinte, 1998 e a partir daí sempre que a gente se encontra é o maior astral!

Nosso diretor, Rodrigo Lariú, na pausa para o “jantar”: Yakissoba de legumes e frango

E os shows rolaram até às 03h da manhã, agora é se preparar para o segundo dia!
